sexta-feira, 17 de junho de 2011

Iogurte de Morango Biológico



Ainda na onda de voltar a fazer iogurtes, fiz pela primeira vez iogurtes de morango.

Comecei com a receita do livro base da bimby, mas talharam e foram todos para o lixo. Numa visita ao blog No Soup For You percebi que o problema foi ter usado morangos a mais, e na tentativa seguinte usei a quantidade indicada pela Gasparzinha.
Desta vez já ficaram bons, cremosos como sempre, mas como levaram tão pouca fruta, não sabem muito a morango.
Acho que vou só passar a fazê-los com doce de morango no fundo dos copos.

Já agora, este post da Gasparzinha tem dicas essenciais para fazer iogurtes. Vale a pena ler.

Ingredientes:
- 60 g de morangos biológicos
- 20 g de açúcar
- 3 bolachas
- 800 g de leite biológico
- 1 c. sopa de leite em pó
- 1 iogurte natural

Preparação:

Comece por ralar as bolachas na bimby, na velocidade 9. Reserve.

No copo da bimby coloque os morangos e o açúcar e programe 8 min, varoma, vel 2.
Deixe arrefecer. Retire o copo da base para arrefecer mais depressa.

Quando estiver frio, adicione o leite, as bolachas raladas e o leite em pó e misture 1 min, vel 7, e depois programe 4 min, 50º, vel 4.
Adicione o iogurte e misture 15 seg, vel 4.

Deite nos copos da iogurteira e deixe-a ligada durante 12 horas.
Quando retirar da iogurteira, leve ao frigorífico durante pelo menos 2 horas.



quinta-feira, 16 de junho de 2011

Cadeiras-Auto para Crianças - viajar virado para trás

Quando o meu filho nasceu, eu e o meu marido não percebíamos nada de cadeiras-auto e segurança no automóvel. Quando fomos comprar o carrinho e o ovo eu até perguntei à vendedora como é que se instalava o ovo virado para a frente, porque queria transportá-lo assim, e depois disso a vendedora já nem me queria vender o ovo. :-)

Nessa altura (há 4 anos) é que aprendi que os bebés têm sempre que ser transportados virados para trás, e instalei sempre o ovo correctamente.

Aos 8 meses e 8 kg, o Luís já não cabia no ovo, pois o ovo era muito pequeno, e mudámo-lo para a cadeira seguinte: do grupo 1, que dá dos 9 kg aos 18 kg, e virada para a frente.
Nessa altura, só havia uma ou duas cadeiras viradas para trás, mas não ficavam muito bem presas e, além disso, toda a informação que nos deram (das marcas, nas lojas, dos amigos...) era que a partir dos 9 kg se podia virar o bebé para a frente.

A assim, aos 8 meses, e ainda um perfeito bébé, virámos o nosso pequenino para a frente, pois pensávamos que era seguro.

9 meses depois, quando ele tinha 18 meses, li por acaso num fórum de mães e pais (o Pink Blue) que existiam cadeiras viradas para trás que davam até aos 18 kg ou aos 25 kg, e que eram seguras. Os pais portugueses que as tinham, diziam quase todos que as tinham comprado pela internet, a uma loja sueca, e que eram todas homologadas de acordo com a directiva europeia, pelo que podiam ser usadas em todos os países da Europa.

Comecei a pesquisar, encontrei vários sites sobre o assunto e quando mostrei os filmes dos crash-tests ao meu marido, ele também ficou interessado em continuar a pesquisa.
No espaço de 1 mês, encontrámos toda a informação de que necessitávamos, descobrimos que em Portugal também se podia comprar algumas destas cadeiras, encomendámos uma e, aos 18 meses, o nosso filho voltou a viajar virado para trás.


O nosso motivo foi a segurança do pescoço e da cabeça, pois a cabeça de um bebé e de uma criança pequena é muito maior em relação ao resto do corpo do que a de um adulto, por exemplo, pelo que o seu elevado peso se torna particularmente perigoso em caso de acidente.
Também, a articulação do pescoço ainda não está totalmente desenvolvida, pelo que as lesões de um acidente poderão ser muito graves.


Uma pergunta que surge sempre é “e o espaço para as pernas”?
Viajar no sentido inverso ao da marcha, permite proteger o pescoço da criança, pelo que as pernas não são o elemento principal a proteger. Tratar e curar uma perna partida é muito mais simples do que tratar um pescoço partido.


Para quem se pergunta, ele adaptou-se perfeitamente bem, não estranhou nada, e notava-se que estava bem mais confortável do que antes, pois já não sentia as travagens bruscas.
Como a cadeira é mais alta que o ovo (a posição é diferente), vê tudo pela janela, e vê-nos a nós por um espelho que colocámos no encosto de cabeça do banco traseiro.

E até hoje, com 3 anos e 4 meses, continua a viajar assim, pois continua a caber na cadeira.
Algum tempo depois, comprámos outra para o nosso 2º carro, mas desta vez tivémos que a encomendar pela internet à tal loja sueca, pois as que se vendiam cá eram grandes demais para o carro.

Há quem pense que estas cadeiras são mais caras do que as outras, mas na verdade ambas foram mais baratas do que da Bébé Confort que tínhamos antes. Cada uma custou pouco mais do que € 250.



Assim, o meu filho viaja virado para trás em 2 cadeiras:

- Britax Multitech, comprada na Volvo em Lisboa. Dá dos 9 kg aos 25 kg virada para trás, e dá até aos 36 kg virada para a frente.



- Britax Hi-Way, comprada em www.carseat.se. Dá até aos 25 kg virada para trás.



Quando atingir o limite de peso da cadeira ou o limite em tamanho, iremos virá-lo para a frente já para uma cadeira do grupo seguinte, mas isso só irá acontecer talvez no próximo ano (aos 4 anos).


Deixo-vos uma série de links, que me foram muito úteis ao longo desta pesquisa:

www.carseat.se
www.rearfacing.co.uk
www.besafe.eu


Iogurte Natural Biológico



Há bastante tempo que não fazia iogurtes. Já não sei porquê, mas um dia arrumei a Yogurella e ficou esquecida até agora.
Entretanto começámos a comprar iogurtes biológicos, e depois de fazer as contas ao preço dos iogurtes e dos ingredientes, e com a enorme quantidade de iogurtes que o meu marido e o meu filho consomem, decidi voltar a fazê-los e os iogurtes caseiros voltaram. :-)

Os meus preferidos são estes e foi por aqui que recomecei.

Ingredientes:
- 800 g de leite biológico
- 20 g de açúcar (2 c. sopa mal cheias)
- 2 c. sopa de leite em pó
- 1 iogurte natural biológico

Preparação:

No copo da bimby coloque todos os ingredientes excepto o iogurte e programe 4 min, 50º, vel 4.
Adicione o iogurte e misture 15 seg, vel 4.

Deite nos copos da iogurteira e deixe-a ligada durante 12 horas.
Quando retirar da iogurteira, leve ao frigorífico durante pelo menos 2 horas.

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Nota:

Calculei o preço dos ingredientes, usando sempre leite, iogurte e fruta biológica e concluí que os caseiros ficam por 1/3 a 1/4 do preço dos de compra.

Preço dos de compra:
- 1 litro (8 copos) de iogurte natural agros biológico: € 3,98
- 1 litro (6 a 7 copos) de iogurte de frutas bio Andrechsen: € 4,60

Preço dos caseiros:
- 1 litro de iogurte natural (6 copos da iogurteira): € 1,65
- 1 litro de iogurte de fruta: varia entre € 2,18 e € 2,60

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Esparguete com legumes


Neste dia tinha comprado umas cenouras baby lindas no supermercado biológico, e cheguei a casa a pensar assá-las no forno com outros legumes, quando vi esta massa da Fabiana do Figos & Funghis.

E assim saiu massa vegetariana para o jantar.

Quando o meu marido me perguntou o que era o jantar e eu lhe disse que era vegetariano, refilou logo que não gosta de refeições vegetarianas, que gosta mais de carne ou peixe, mas depois gostou tanto da massa que acabou por repetir 2 vezes, e não sobrou nada para contar a história! :-)

Ingredientes:
- esparguete fino
- cenouras baby
- 1/2 courgete
- 1/2 cebola
- 1 dente de alho
- 3 ou 4 cogumelos
- azeite e margarina
- sal e pimenta
- tomilho e manjericão secos
- creme culinário light vaqueiro (ou natas light)

Preparação:

Coza a massa e reserve.

Lave, descasque e corte os legumes em cubos e em fatias.
Corte as cenouras em palitos.







Pique a cebola e o alho no super-chef da Tupperware, e amoleça-a em azeite e margarina em lume brando.
Adicione a courgete e as cenouras, tempere e deixe cozinhar em lume baixo durante 10 a 15 minutos.



Quando os legumes estiverem cozinhados, mas as cenouras ainda estiverem al dente, adicione os cogumelos e deixe cozinhar durante alguns minutos.
Junte metade do pacote das natas e deixe engrossar um pouco.



Sirva a massa quente com os legumes.
Ficou muito bom!


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Gelado de Morangos


Apesar de os dias não estarem muito quentes, já me começou a apetecer gelados caseiros, mas em vez de fazer o de baunilha do costume, quis fazer gelado de fruta e comecei por uns morangos biológicos muito bonitos que tinha comprado no dia anterior.
E quando eu digo bonitos, não digo grandes e todos iguais, mas sim pequenos, todos de tamanhos diferentes, e bem encarnados por dentro.



Lavei e arranjei os morangos todos, reservei alguns para fazer iogurtes, outros para fazer este gelado, e os restantes comemos assim frescos. :-)

Ingredientes:
- 220 g de morangos (biológicos)
- 50 g de açúcar em pó
- 1 pacote de 200 ml natas normais
- 250 ml de leite (biológico)

Preparação:

No copo da bimby coloque os morangos e o açúcar e pique 5 seg, vel 5.
Adicione as natas e o leite e misture 15 seg, vel 5.

Deite num jarro com tampa e leve ao frigorífico até estar bem frio (eu deixei e de um dia para o outro).

Leve à máquina de gelados durante pelo menos 30 minutos, e está pronto.

Sirva imediatamente ou guarde numa caixa de congelação no congelador.

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A minha máquina de fazer gelados é um acessório da batedeira Kenwood.
Não tem motor, funciona com o motor da batedeira. É uma taça revestida com aquele líquido dos acumuladores térmicos, que se coloca no congelador e tem uma pá de plástico e uma tampa com uma abertura para deitar o preparado para o gelado enquanto a máquina começa a rodar.
Coloco-a a funcionar durante 30 minutos na velocidade mínima, e os gelados ficam óptimos, muito cremosos.


domingo, 12 de junho de 2011

Rissóis de Pescada


Neste dia fiz 45000 rissóis.
Na verdade foram 45, mas pareceram 45000.

Nota importante:
Se eu não tivesse uma bimby, nunca na vida faria rissóis!

Esta foi a 2ª vez que os fiz, e da primeira vez fiquei admirada com a enorme ajuda que é a bimby para os fazer. Aliás, eu nem sei como se faz a massa da maneira tradicional, e não quero saber, mas deve dar imenso trabalho.

Já todo o restante processo é cansativo e demorado na mesma, mas eu gosto. Faz-me lembrar de quando era pequena e ajudava a minha avó a fazê-los, cortando os rissóis com um copo.

Esta receita é do novo livro Bimby a 100%, e dizia que dava para 30 rissóis, mas deu-me para 45 bem recheados!
Ficaram óptimos, e congelei 3 dúzias para outras refeições.


Ingredientes:

Recheio:
- 1000 g água
- 50 g azeite
- 2 c. chá de sal
- 500 g de pescada descongelada e à temperatura ambiente
- salsa picada (1 mão cheia)
- 100 g cebola
- 2 dentes de alho
- 300 g leite
- 20 g margarina
- 70 g farinha
- noz moscada

Massa:
- 700 g farinha tipo 65
- 500 g água
- 2 c. chá sal
- 1 fio de azeite

Montagem:
- 3 ovos batidos
- pão ralado
- óleo para fritar


Preparação do recheio:

Comece por picar a salsa e reserve-a. Eu esqueci-me, e piquei-a depois no super-chef da Tupperware.


Coloque no copo a água, 20 g de azeite, 1 c. chá de sal e o cesto com a pescada. Programe 20 min, 100º, vel 3.
Retire o cesto e reserve a água de cozedura.

Limpe o peixe de peles e espinhas, e reserve.
Antes do peixe terminar de cozer, eu juntei algumas gambas cozidas congeladas, e depois reservei-as com o peixe.

No copo limpo coloque a cebola, os alhos e o restante azeite, e pique 5 seg, vel 5.
Com a espátula, baixe o que ficou nas paredes do copo, e refogue 5 min, temp 100º, vel 1.


Ao refogado junte a pescada arranjada (não junte as gambas), e desfie 4 seg, colher inversa, vel 4.

Retire para uma taça, junte a salsa e as gambas e envolva bem. 


Sem lavar o copo, coloque 200 g da água de cozedura reservada, os restantes ingredientes do recheio e programe 8 min, 90º, vel 4.

Retire imediatamente e envolva com o preparado do peixe.
Reserve.

Se quiser, coma assim com uma colher de sopa.
Se conseguir resistir, faça a massa.


Preparação da massa:

As quantidades são demais para se fazer tudo de uma vez, por isso faça em 2 vezes.


Comece por pesar a farinha em 2 recipientes separados. Pese 350 g em cada recipiente e reserve.
No copo, coloque 200 g da água de cozedura reservada, 250 g de água, 1 colher de chá de sal fino e programe 5 min, 100º, vel 1.


Deite a farinha de 1 dos recipientes com 350 g e programe 15 seg, vel 6. Durante isto, deite através do bocal da tampa um fio de azeite.
Retire e deixe arrefecer.
Repita estes passos para os restantes 350 g de farinha.


Montagem:


Numa superfície lisa, estenda a massa. Como é muita, faça bolas pequenas de cada vez e estenda-as com o rolo. Estenda bem fininha, mas sem rebentar.
Coloque 1 colher de sopa de recheio na massa, feche retirando bem o ar, e corte os rissóis com um copo, como se vê na fotografia.
Não use um cortador de massa mas sim um copo, porque o copo ajuda a pressionar e fechar a massa conforme a corta, para que os rissóis depois não se abram.



Bata 3 ovos num prato fundo, e coloque pão ralado noutro prato fundo.
Passe os rissóis pelo ovo e depois pelo pão, e disponha-os em caixas de congelação.
Se colocar uns por cima dos outros, separe-os com papel vegetal para não se colarem.


Ao fim de algum tempo, deverá ter isto.
Eu coloquei-os em caixas de congelação da Tupperware, e congelei 3 dúzias.

Não é preciso descongelá-los para os fritar.

Frite-os em óleo quente até ficarem dourados (alguns minutos de cada lado).




sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ementa da Semana - 11 a 17 de Junho

Ementa da Semana de 11 a 17 de Junho:



Domingo: Rolo de carne da minha sogra, com arroz (descongelar na véspera)

Segunda: sobras de ontem

Terça: Risotto de atum (comprar 2 latas de atum e descongelar o caldo)

QuartaEsparguete carbonara (comprar bacon)

Quinta: Massada de peixe (comprar maruca e 1 pimento)

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